segunda-feira, 20 de abril de 2015

DISLEXIA e o Desenvolvimento Escolar

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Originária do grego, a palavra DISLEXIA designa a dificuldade na linguagem. Com o tempo, as pesquisas mostraram que o distúrbio se estende para a leitura, escrita, interpretação e matemática. Costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.

A explicação para o problema é mais complexa do que se imagina. A maneira como a informação percorre o cérebro, na criança com dislexia, sofre desvios que causam as dificuldades.

Por esse motivo as crianças disléxicas têm suas próprias maneiras de estudar e enfrentar as dificuldades que possuem. Muitas vezes precisam falar em voz alta repetidas vezes ou associar imagens a coisas que não são mensuráveis para ele. 

Para facilitar o desenvolvimento e aprendizado do disléxico é necessário acompanhamento psicológico e multidisciplinar, sendo também importante procurar uma escola que esteja preparada para receber os alunos com o transtorno.

Existe um projeto de lei para melhorar o diagnóstico de Dislexia nas escolas e oferecer suporte adequado aos alunos, que está sendo discutido na Câmara dos Deputados. De autoria do deputado federal Manoel Junior (PMDB-PB), o texto prevê a atuação de uma equipe multidisciplinar nas unidades públicas de ensino, responsáveis pelo diagnóstico e acompanhamento de crianças disléxicas. O projeto também quer garantir que os professores saibam lidar com o problema no ambiente escolar e que essas crianças tenham acesso aos recursos didáticos adequados para seu aprendizado, impedindo as defasagens de conhecimento durante a adolescência. (Fonte: Revista Crescer)

Geralmente procura-se assistência psicológica para obter um diagnóstico de dislexia quando a criança apresenta algumas das características abaixo:

Na primeira infância:

  • Falar as primeiras palavras após 15 meses de idades, causando atraso também na formação de frases;
  • Palavras pronunciadas com dificuldade mesmo após cinco anos de idade, incluindo um linguajar de bebê e/ou omissão e inversão de sons;

Na fase pré-escolar:

  • Dificuldade em aprender nomes de cores, pessoas e objetos;
  • Dificuldade em memorizar canções;
  • Não saber as letras do seu próprio nome;

Iniciando a escola:

  • Dificuldade de associar letras aos seus sons;
  • Dificuldade em ler monossílabos;
  • Recusa ou adiamento de realização de tarefas de leitura e escrita, assim como necessidade de acompanhamento do professor ou pais para conclui-las, com lentidão e relutância no progresso do trabalho;

A partir do segundo ano escolar:

  • Problemas de leitura;
  • Substituição de palavras pelo nível de dificuldade na pronúncia;
  • Dificuldade em ler palavras isoladas;
  • Necessidade de tempo extra para dar respostas orais;
  • Melhores resultados nas áreas que tem menor dependência da leitura.
Obtenha o diagnóstico e auxilie o portador de dislexia através de acompanhamento psicológico com Eva Strum. Agende seu horário através do e-mail: strumeva@gmail.com, pelo telefone (11) 3667-7685 ou atendimento Online via Skype @EvaStrum 

Curiosidades

O artista dislexo Vince Low desenvolveu uma série de desenhos para uma campanha intitulada “A Dislexia não os deteve”, com a finalidade de divulgar e orientar sobre esse distúrbio na Malásia, país onde vive o artista.


Saiba mais sobre o artista em www.behance.net/VinceLow

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