segunda-feira, 6 de abril de 2015

Alzheimer - Uma doença repleta de sutilezas

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O Alzheimer vai chegando devagarinho, quase não se nota. Vai se disfarçando nas sutilezas da vida, se escondendo atrás dos preceitos que temos a respeito do que é envelhecer.
E é aí que mora o perigo!
Considera-se uma das principais características do Alzheimer o comprometimento da memória, confundido na maioria dos casos como uma forma comum de demência ao envelhecer. Especificamente no caso do Alzheimer, é caracterizada por dificultar a memorização recente e o processo de aprendizado. Por isso as pessoas com essa doença tendem a comentar muito sobre o passado.

Porém, os sintomas podem ser notados antes, como por exemplo, quando houver dificuldades em executar tarefas que antes eram habituais ou quando houver prolongamento do tempo de execução dessas tarefas, porém a pessoa consegue manter independência com pouca ajuda.

Esses sintomas também podem ser característicos de outros quadros clínicos, por isso é tão importante uma avaliação profissional, o quanto antes forem notados os sintomas, visto que é uma doença degenerativa ainda sem cura.
Acompanhamento psicológico para portadores de Alzheimer e seus acompanhantes facilita o relacionamento entre ambos.

O tratamento do Alzheimer consiste em retardar os sintomas da doença para prolongar o conforto da pessoa durante seu envelhecimento.
Ao ser diagnosticado com Alzheimer, é sugerido um acompanhamento psicológico para avaliar o progresso da doença e principalmente, para auxiliar aqueles que irão cuidar da pessoa portadora da doença. Assim como a qualquer ser humano, doente ou não, é necessário ter muita paciência, carinho e observação das necessidades desse idoso.

Torne-se uma companhia que possa proporcionar qualidade de relacionamento para o idoso afetado pelo Alzheimer.

Converse com Eva Strum para conhecer mais sobre o assunto. Agende um horário através do e-mail: strumeva@gmail.com

Curiosidade: Você sabe por que essa doença foi nomeada como Alzheimer?

Dr. Alois Alzheimer
Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906. Ele estudou e publicou o caso da sua paciente Auguste Deter, uma mulher saudável que, aos 51 anos, desenvolveu um quadro de perda progressiva de memória, desorientação, distúrbio de linguagem (com dificuldade para compreender e se expressar), tornando-se incapaz de cuidar de si. Após o falecimento de Auguste, aos 55 anos, o Dr. Alzheimer examinou seu cérebro e descreveu as alterações que hoje são conhecidas como características da doença.
Você pode encontrar mais informações sobre o assunto na ABRAz – Associação Brasileira de Alzheimer.

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